"Acreditava-se, entre o antigos, que os demônios são os espíritos de homens mortos, que viveram iniquamente, e que voltaram, procurando encontrar corpos mediante os quais pudessem satisfazer aos seus maus desejos, entre vivos. Essa é uma tradição judaica bem comum, tendo prevalecido no seio da igreja cristã até ao século V de nossa era. E alguns eruditos modernos, como Lange, o principal intérprete bíblico entre os luteranos, têm aceito esse ponto de vista. Além disso, muitos outros estudiosos modernos tem admitido essa idéia, acreditam que os anjos caídos também são designados pelo termo "demônio" nas Escrituras.
Em parte alguma da Bíblia encontramos uma declaração que nos instrua sobre a origem dos demônios. Os estudos mais recentes indicam que os espíritos humanos de pessoas falecidas, bem como espíritos de outras categorias de ser, podem perseguir os vivos. E isso significaria que continua existindo um "mundo intermediario", que dá margem à existência dessas coisas, e que o estado eterno das almas não é penetrado por estas meramente por causa da morte física...O versículo que ora comentamos parece indicar que o termo "demônios" certamente inclui espíritos elevados, não-humanos, embora isso não signifique, necessariamente, que os homens humanos não sejam nunca enumerados entre as entidades que podem prejudicar aos vivos."
(Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo, volume 4, pág. 159)
Catalogar, divulgar e discutir a contribuição filosófica e teológica do Dr. Russell Norman Champlin à comunidade de língua portuguesa.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Pentecostalismo contemporâneo
O movimento moderno do pentecostalismo
"O Espírito Santo pode operar de diferentes modos com diferentes pessoas. Por isso mesmo, as línguas não precisam assinalar qualquer experiência. Deus pode fazer o que ele quer, e devemos procurá-lo para que faça conosco o que for de seu desejo, do modo que ele queira. Conhecer ao Espírito e ser cheio dele deveria ser mais importante para nós do que a defesa de qualquer dogma. Ao mesmo tempo, ao buscarmos o Espírito, precisamos ser suficientemente maduros para evitar os ESPÍRITOS ESTRANHOS; mas isso é, infelizmente, onde tem ruído por terra o movimento moderno da busca pelo Espírito Santo. De fato, muitos grupos evangélicos tornam-se piores do que aqueles que nada buscam do Espírito. Isso porque procuraram e encontraram - mas não o Espírito de Deus, e, sim, apenas espíritos. Alguns deles indiferentes, moralmente falando; mas outros excessivamente malignos. Não existe enhuma outra área da vida cristã que precise de maior investigação do que essa, sobre o buscar o Espírito de Deus, a fim de ser evtado o erro e a fim de ser recebida uma realidade espiritual boa. O século XX apanhou-nos com uma comunidade eclesiástica despreparada para levar a efeito essa busca acertada" (NT Interpretado, vol. 4, pág. 195).
"O Espírito Santo pode operar de diferentes modos com diferentes pessoas. Por isso mesmo, as línguas não precisam assinalar qualquer experiência. Deus pode fazer o que ele quer, e devemos procurá-lo para que faça conosco o que for de seu desejo, do modo que ele queira. Conhecer ao Espírito e ser cheio dele deveria ser mais importante para nós do que a defesa de qualquer dogma. Ao mesmo tempo, ao buscarmos o Espírito, precisamos ser suficientemente maduros para evitar os ESPÍRITOS ESTRANHOS; mas isso é, infelizmente, onde tem ruído por terra o movimento moderno da busca pelo Espírito Santo. De fato, muitos grupos evangélicos tornam-se piores do que aqueles que nada buscam do Espírito. Isso porque procuraram e encontraram - mas não o Espírito de Deus, e, sim, apenas espíritos. Alguns deles indiferentes, moralmente falando; mas outros excessivamente malignos. Não existe enhuma outra área da vida cristã que precise de maior investigação do que essa, sobre o buscar o Espírito de Deus, a fim de ser evtado o erro e a fim de ser recebida uma realidade espiritual boa. O século XX apanhou-nos com uma comunidade eclesiástica despreparada para levar a efeito essa busca acertada" (NT Interpretado, vol. 4, pág. 195).
Inspiração das Escrituras Cristãs
Inspiração Verbal das Escrituras Cristãs
"A inspiração das Escrituras, até a inspiração verbal, não exige que nenhum elemento humano entre no texto. Questões de gramática (boa e má), estilo, arranjo literário, escolha de vocabulário, lapsos de memória são os tipos de elementos humanos que entram." (Novo Testamento Interpretado - Volume 4, pág. 151).
"A inspiração das Escrituras, até a inspiração verbal, não exige que nenhum elemento humano entre no texto. Questões de gramática (boa e má), estilo, arranjo literário, escolha de vocabulário, lapsos de memória são os tipos de elementos humanos que entram." (Novo Testamento Interpretado - Volume 4, pág. 151).
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