sexta-feira, 27 de julho de 2012

O Novo Comentário Conciso da Bíblia inteira de Russell Norman Champlin está pronto!


No dia 21 de junho de 2012, completei a exposição de Apocalipse 22:21, assim terminando, naquele dia, o Comentário Conciso sobre a Bíblia Inteira, com três mil ilustrações (histórias, contos...).

Foi com grande ação de graças e gratidão que terminei esta obra, e ainda hoje (23 de junho) estou vibrando, especialmente porque, com 78 anos de idade, tinha forças suficiente para cumprir esta árdua tarefa. Três amigos meus muito chegados, já alçaram voo para os Mundos de luz e todos eles e suas esposas serviram por muitos anos como missionários no Brasil, influenciados por mim quando ainda éramos alunos universitários. Mais dois casais ainda permanecem aqui como missionários, pelo menos, parcialmente, por causa da minha influência e minha obsessão sobre o Brasil desde os meus 14 anos de idade. Foi me dado um “dia” mais longo do que aos meus três amigos porque o trabalho deles acabou na hora certa para eles, mas o meu continuou alguns anos, concedendo-me tempo para realizar meus ideais.

O original do Comentário Conciso tem, em inglês, um total de 5600 páginas e em português, 6.440, porque o português (por causa do sistema verbal mais complexo) ocupa 15% mais espaço do que o inglês. Estes cálculos são de textos em fonte 12 de computador. Se voces preferirem uma coleção com menos de 7 volumes a composição deve ser feita num tipo menor, idealmente, em fonte nove ou dez e não em fonte oito como nos comentários e na enciclopédia. De qualquer maneira a Trilogia já se tornou uma Tetralogia.

Na minha carreira como escritor, acrescentando o Comentário Conciso, tenho produzido um grande total de 70.000 páginas: os quatro Comentários, a Enciclopédia, sete livros de um volume cada, e mais do que 50 artigos publicados em quatro jornais profissionais. Sem a máquina de escrever, seria impossível para alguém produzir esta quantidade de material. John Gill, por exemplo, publicou um comentário sobre o Novo e o Antigo Testamentos juntos, em seis grandes volumes, que representam mais ou menos o tamanho do meu comentário sobre o Novo Testamento somente, e despendeu 40 anos da vida dele para produzir. Ele escreveu tudo à mão e fez sua própria revisão. Ele era a pessoa que produziu em inglês mais literatura bíblica e seu trabalho representa ¼ da minha produção, porque, ele não possuia máquina de escrever. A primeira máquina de escrever que tinha a capacidade de produzir um texto rapidamente foi inventada na ultima parte do século 19 mas foi na primeira metade do século 20 que esta invenção foi produzida em grande quantidade e distribuída ao mercado e as pessoas aprenderam a utilizar. Antes disto, as pessoas foram reduzidas a produção à mão. É óbvio, então, que a máquina de escrever foi inventada para mim (há! há!).

O Comentário Conciso tem a característica inédita de ter 3000 ilustrações, muitas delas lindas e eloquentes. É seguro dizer que nenhum comentário, em qualquer linguagem tem esta caracteristica. Estas ilustrações fazem deste comentário um tesouro. Começando nos últimos livros do Antigo Testamento, e em todos os livros do Novo Testamento, a exposição é versículo por versículo, portanto a sua exposição é bastante completa, embora não tenha os detalhes dos outros comentários que também são versículos por versículos.

A próxima etapa será a tradução dessa massa de literatura. Cálculo que levará dois anos para traduzir esta obra se tivéssemos duas pessoas produzindo cinco páginas cada por dia. Uma vez que temos os primeiros livros traduzidos poderíamos começar a preparar os primeiros livros impressos enquanto a tradução dos outros continua. Mas acho que seria um erro crasso publicar esta obra em volumes separados. Deve ser lançado como um jogo completo, como no caso das outras publicações.

Não tenho uma solução em relação aos tradutores que vamos precisar. Gostaria de voces quaisquer ideias que tem em relação a esta obra.

No Amor Incondicional do Logos-Cristo,

Russell Champlin

terça-feira, 3 de abril de 2012

Russell Norman Champlin e a libertação do teólogo brasileiro

Na luta pela cultura brasileira, o desempenho intelectual dos teólogos, religiosos, pastores, estudiosos, curiosos e padres em geral, importa-nos atender toda a produção acadêmica do Dr. Russell Norman Champlin. Interessado na divulgação do seu pensamento e  obra, tendo convivido com ex-colegas de Faculdade dele e pelo apreço que consagro à sua generosa pessoa e pensamento teológico, preciso responder alguns comentários ingênuos, descabidos, farisaicos e preconceituosos a respeito disto. Russell Champlin é o filósofo brasileiro da religião e da teologia. Dificilmente nos séculos XX e XXI a sociedade de língua portuguesa encontrará outro mais erudito, que tenha marcado o pensamento filosófico-teológico que ele. Divulgar suas teses, debatê-las, em todos os níveis universitários ou não é o desafio, a batalha para a qual devemos nos alistar.
Já existe no cenário religioso e teológico a participação de falas e comentários revelando compreensão exata, coerente, honesta, respeitosa e aberta das idéias contidas na imensidão da produção acadêmica do Dr. Russell. Ele deseja esse debate, no nível do respeito, da humildade, do reconhecimento nosso de que o conhecimento é questão de tempo e maturidade, caminho aberto e infinito, sem radicalismos e dogmas definitivos, coisa que não consta na metodologia de qualquer ciência decente. Champlin quer construir esse diálogo amoroso, não apenas no campo da hipocrisia fanática, mas do encontro pessoal, verdadeiro.
Diferenciemos crenças particulares, denominacionais do antiintelectualismo, que resulta no medo de enfrentar o desconhecido, que causa pânico em perceber que, fora do nosso grupinho seleto de pseudo-iguais, existe a discordância, pluralidade de idéias e comportamentos. Nisso cabe uma reflexão sobre o ementário dos seminários teológicos, que procuram "formar e conformar" pastores e padres no enquadrinhado de determinadas concepções teológicas que aquele grupo enxerga como viável. De maneira infantil, nosso antiintelectualismo, nos obriga a admitirmos que a Bíblia caiu pronta do céu, encadernada, com zíper, páginas numeradas, sem qualquer sentido na História, sem qualquer relação com o pensamento filosófico da época, sem contexto cultural. Esse é um ponto de partida para se entender o preconceito, a ingenuidade, o temor farisaico que se continua alimentando em relação a obra de Russell Norman Champlin. Estamos na idade das trevas do protestantismo

segunda-feira, 26 de março de 2012

Russell Norman Champlin: inspiração e inerrância das Sagradas Escrituras

Os obstáculos para conhecer e discutir a obra de Russell Champlin são inúmeros, mesmo em nome da vendagem de seus livros. Não percamos as esperanças, leiamos seus comentários, façamos pesquisa exaustiva. É uma empreitada que resulta em frutos dignos da prosperidade da humanidade.